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Quais são suas carências?

  • Foto do escritor: Juliana Munique
    Juliana Munique
  • 29 de ago. de 2023
  • 1 min de leitura

A carência afetiva faz com que o indivíduo valorize mais o outro do que a si mesmo por medo de ficar sozinho e outras inseguranças. A pessoa acaba se submetendo ao outro e também se vitimiza .

A carência revela uma fragilidade humana. A forma que o indivíduo recebeu carinho na infância irá impactar na vida adulta e interferir em como a pessoa dá e recebe afeto. O afeto contribui para a constituição psíquica desde o nascimento, sendo fundamental na sua estruturação.


Casos graves de privação afetiva podem levar a delinquência ou à psicose. Nos primeiros anos de vida o bebê depende totalmente de sua mãe e, sem ela, não tem a possibilidade de se identificar com um bom cuidado, tornando-se na vida adulta uma pessoa com graves problemas em termos de segurança afetiva.


Sintomas de carência afetiva: dependência, ciúmes, controle excessivo, medo de ficar sozinho, nos relacionamentos acaba sufocando o outro, vitimização, submissão, entre outros.

Sair da carência exigirá muito esforço, foco e comprometimento. Em terapia, o paciente poderá compreender o que é um relacionamento saudável e analisar quais mudanças de comportamentos precisa realizar. A relação de confiança entre a dupla paciente e terapeuta será necessária, pois como não teve essa relação de cuidado, a pessoa tende a romper o processo por medo de reviver o momento traumático da infância.


Em especial, a raiva reprimida e o abafamento das frustrações na tentativa de agradar os outros precisam ser identificados e expressos de forma adequada para retomar o equilíbrio nas relações.



 
 

Psicóloga Juliana Munique
CRP: 06/106345

Fone: (11) 99570-3646

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